Por Marcela.
Nessa segunda-feira passada (09/04/2012), estava lendo o jornal Folha de São Paulo e dois artigos de opinião me sobressaltaram pela similitude de seu conteúdo: "Tony Ramos está morto" de Melchiades Filho e "Muito antes" de Ruy Castro.
O porquê desse sobressalto está contido no fato de que ambos falam do que é moral, do que é ético, e mais, se esses conceitos tornaram-se obsoletos ou estão diluídos em um senso comum tão ignorante que não consegue mais distingui-los ou, até mesmo, não sabe o que significa.
O texto de Melchiades traz a temática da nossa ruína moral, e baseia sua pequena argumentação no fato da nova novela das nove "Avenida Brasil" , nas palavras dele, "testar nossa ruína moral". Pois bem, e porque isso? Porque é absurda. A ideia de que se deve torcer por aquele quem faz o mal ( no caso Nina) é odiosa e reflete o que pensa a massa brasileira, reflete o quanto uma emissora de televisão consegue manipular os fatos de modo a parecer que ser ruim é normal, que se alguém te fez mal, naturalmente deve-se retribuí-lo. Não quero aqui fazer apologias à uma moral perfeita (e utópica), até porque o ser humano foi corrompido há séculos, não devo me ater a esse princípio.
O que me choca é o fato de que fazer apologia à uma moral contra os princípios básicos de educação em uma rede nacional de televisão É ABSURDA. O que convém contar que nossa sociedade já não possui mais os três poderes de Montesquieu: legislativo, executivo e judiciário, temos agora um quarto e, mais forte poder o MIDIÁTICO.
É simples entender a força desse poder, muito simples até. Quando se tem uma sociedade na qual é instruída desde os primeiros passos o que é sentar e assistir televisão, ela é hipnotizada, consome-se pela beleza da tecnologia exibida, some-se a isso uma educação medíocre que é oferecida aos jovens, e voilá, você tem uma pessoa massificada e jogada ao destino que será, sem dúvidas, manipulado pela monopolização da rede de televisão.
E cabe questionarmos onde há espaço para moral e ética? Porque você assiste aos telejornais e escuta as tradicionais chamadas "Deputado Fulaninho Rouba Tudo coisa é indiciado por decoro parlamentar" "Senador Mais Um Na Multidão quer abrir CPI contra o Senador Roubo Mas Faço por suspeita de corrupção" e você se sente lesado e até se incomoda ( nem tanto porque isso se tornou tão banal que nem isso mais serve) e vê na sua própria concepção que isso é antiético, muito bem, corretíssimo, e aí você pensa: porque essa corrupção tão alastrada e tão "eticamente comum"? Porque você tem, numa simples novela a apologia a isso, uma "distração" de fim de noite que te ensina a ser antiético, que ensina a mentir, dissimular, forjar, etc. Cabe você argumentar: mas são problemas diferentes, um quer vingar-se da madrasta, o outro rouba dinheiro público.
Não interessa, a diferença é quanto ao que choca mais, sempre que o assunto é o bolso dói, mas ser ruim, mentir, disfarçar e tudo o mais, é irrelevante, afinal tem até na novela não é mesmo?
Não me surpreende o fato do Brasil estar assim, nossas crianças são educadas nesse sistema sujo, são educadas que não tem problema ser antiético se você tiver um objetivo maior. É uma pena, uma lástima, mas é a verdade, somos todos educados pela televisão, antes fosse um aprendizado bom, mas não, é um aprendizado que nada mais faz do que perpetuar a situação absurdamente ridícula em que se encontra submetida a sociedade brasileira.
Referências Bibliográficas:
FILHO, Melchiades. 2012. "Tony Ramos está morto". In Folha de São Paulo, ano 92, nº 30.322. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/melchiadesfilho/1073182-tony-ramos-esta-morto.shtml
CASTRO, Ruy. 2012. "Muito antes". In Folha de São Paulo, ano 92, nº 30.322.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/1073185-muito-antes.shtml
(esse texto está disponível integralmente apenas para assinantes)
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Sobre a música e o resto.
Por Marcela.
Pois bem, eis que numa quarta-feira qualquer, dita meio de semana, o qual muitos consideram o dia mais preguiçoso e, talvez, improdutivo, eu estava caminhando no campus da universidade saindo do famoso bandejão, havia comido a comida tradicional, com o perdão da redundância, e estava a caminho do meu instituto com o intuito de pegar na xerox os textos da semana, entretanto, logo na saída meus ouvidos foram contaminados pela doçura da melodia do jazz.
Procurei ver de onde vinha, não foi tarefa difícil, pois logo mais a frente encontravam-se algumas centenas de estudantes sentados ou em pé a ouvir um quarteto que tocava ali no meio do Pavilhão Básico.
Era uma música gostosa de se ouvir, absolutamente perfeita, não que eu seja música, ou que tampouco entenda de melodia, compasso, composição e etc... Mas era uma música bem tocada e suave.
Nada melhor pra comprovar isso do que as pessoas que se encontravam a ouvir a música, porque? Porque era um jazz, um blues, músicas clássicas, e mesmo assim era possível ver os rostos de agrado e curtição, pessoas dançando consigo mesmas, batucando no chão ou em si mesmas, e isso me fez refletir: Porque esse fenômeno acontece com as pessoas? Porque, pessoas que normalmente não escutariam esse tipo de música, que é essencialmente instrumental, pararam e gostaram do que ouviram?
Na verdade, não sei responder nenhuma dessas questões, só sei que foi uma coisa linda de se ver, foi como acalmar a alma mesmo, como se eu fosse invadida por uma sensação lírica e me desse vontade incessável de dançar, curtir e entrar na vibe da música.
Por fim, acredito muito na música e no poder que ela emana, acredito que ela possa transformar, ainda que momentaneamente as pessoas em seres mais alegres e em contato com um cosmos harmonioso, e mais que isso, fico feliz da Universidade ter tomado a iniciativa de trazer a música para o campus, afinal, não é todo dia que se pode ver um quarteto assim, bom e gratuito.
Pois bem, eis que numa quarta-feira qualquer, dita meio de semana, o qual muitos consideram o dia mais preguiçoso e, talvez, improdutivo, eu estava caminhando no campus da universidade saindo do famoso bandejão, havia comido a comida tradicional, com o perdão da redundância, e estava a caminho do meu instituto com o intuito de pegar na xerox os textos da semana, entretanto, logo na saída meus ouvidos foram contaminados pela doçura da melodia do jazz.
Procurei ver de onde vinha, não foi tarefa difícil, pois logo mais a frente encontravam-se algumas centenas de estudantes sentados ou em pé a ouvir um quarteto que tocava ali no meio do Pavilhão Básico.
Era uma música gostosa de se ouvir, absolutamente perfeita, não que eu seja música, ou que tampouco entenda de melodia, compasso, composição e etc... Mas era uma música bem tocada e suave.
Nada melhor pra comprovar isso do que as pessoas que se encontravam a ouvir a música, porque? Porque era um jazz, um blues, músicas clássicas, e mesmo assim era possível ver os rostos de agrado e curtição, pessoas dançando consigo mesmas, batucando no chão ou em si mesmas, e isso me fez refletir: Porque esse fenômeno acontece com as pessoas? Porque, pessoas que normalmente não escutariam esse tipo de música, que é essencialmente instrumental, pararam e gostaram do que ouviram?
Na verdade, não sei responder nenhuma dessas questões, só sei que foi uma coisa linda de se ver, foi como acalmar a alma mesmo, como se eu fosse invadida por uma sensação lírica e me desse vontade incessável de dançar, curtir e entrar na vibe da música.
Por fim, acredito muito na música e no poder que ela emana, acredito que ela possa transformar, ainda que momentaneamente as pessoas em seres mais alegres e em contato com um cosmos harmonioso, e mais que isso, fico feliz da Universidade ter tomado a iniciativa de trazer a música para o campus, afinal, não é todo dia que se pode ver um quarteto assim, bom e gratuito.
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| Peço perdão pela qualidade da foto, pois foi feita de um celular. Quarteto - 28/03/2012 - Unicamp. |
quarta-feira, 14 de março de 2012
Paralizações, debates e esclarecimentos. ( Especial IFCH )
Por Marcela
Bom galera, esse post é diferente pois é direcionado às pessoas que estarão na UNICAMP nos dias 14 e 15 de março.
A parada é a seguinte, hoje dia 14 de março foi realizada uma assembleia estudantil no Instituto de Filosofia e Ciências Humas (IFCH) com aproximadamente 90 estudantes, com a principal pauta: paralisação do dia 15 de março na parte da manhã, o objetivo dessa paralisação não é um mero piquete, ou folga, a meta principal é para que TODOS os estudantes do instituto possam comparecem à Assembleia Geral dos Estudantes a ser realizada no Pavilhão Básico (PB) às 9 horas. Ficou decidido, portanto, por diferença de contrastes que a paralisação seria efetuada.
Porque é importante que estejam todos presentes?
É importante porque a pauta da Assembleia Geral é sobre a destituição da atual gestão do DCE ( Diretório Central dos Estudantes) e o motivo é muito simples, a atual gestão foi eleita com um córum de 15% que fora votado por assembleia a legitimidade pois antes o numero mínimo de estudantes para a votação legítima era de 30%, o que acontece então? O Centro Acadêmico da Computação decidiu entrar com um processo que anulação da atual gestão pois de acordo com eles essa redução de córum foi ilegal pois não estava presente no aparato judicial das eleições.
Mas porque queremos que se mantenha a atual gestão?
O motivo para que se mantenha foi exposto por muitos colegas cujos pontos de vista orbitam em torno das seguintes defesas:
" a tentativa de destituição do DCE não é apenas o problema de aparatos jurídicos, isso é manobra, nem porque o DCE está ruim, o motivo real é porque o DCE tem uma postura, por excelência, de esquerda" Marcão.
"Todos temos críticas ao DCE, entretanto, é melhor ter uma gestão que apoia o movimento estudantil" Isa.
"Estamos todos a favor do DCE, mesmo sendo contra sua política, afinal o DCE engessa o movimento estudantil" Magrão.
Dúvidas que frequentes:
O que é o DCE?
O DCE (Diretório Central dos Estudantes da Unicamp) é a entidade representativa de todos estudantes
Como funcionam as eleições?
A coordenação do DCE da Unicamp (e do conjunto dos Centros Acadêmicos que representa) é escolhida a cada ano por meio de eleições diretas entre todos os estudantes de graduação da UNICAMP.
Qual é a atual gestão, quando foi eleita e quem participa?
A atual gestão denomina-se Rompendo Amarras e é uma vertente do PSOL chamada Rosa do Povo, foi eleita em novembro de 2011 e fazem parte da comissão 47 delegados de quase todos os cursos da Universidade.
Bom galera, mais informações que vocês julgarem necessárias poderão ser esclarecidas amanhã com os veteranos e com que esteve na Assembleia de hoje, espero ter podido ajudar em alguma coisa e conto com a presença de todos vocês, afinal, você é um estudante e essa é uma questão que compete tanto a você quanto a mim.
NÃO ESQUEÇAM ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES AMANHÃ ÀS 9 HORAS NO PB. O IFCH ESTARÁ SEM AULAS AMANHÃ NA PARTE DA MANHÃ.
Ps: quem quiser, amanhã também ocorrerá um café da manhã (leve algo que quiser comer/beber) a partir das 7:30 no IFCH, logo após sairemos todos juntos rumo ao PB.
Bom galera, esse post é diferente pois é direcionado às pessoas que estarão na UNICAMP nos dias 14 e 15 de março.
A parada é a seguinte, hoje dia 14 de março foi realizada uma assembleia estudantil no Instituto de Filosofia e Ciências Humas (IFCH) com aproximadamente 90 estudantes, com a principal pauta: paralisação do dia 15 de março na parte da manhã, o objetivo dessa paralisação não é um mero piquete, ou folga, a meta principal é para que TODOS os estudantes do instituto possam comparecem à Assembleia Geral dos Estudantes a ser realizada no Pavilhão Básico (PB) às 9 horas. Ficou decidido, portanto, por diferença de contrastes que a paralisação seria efetuada.
Porque é importante que estejam todos presentes?
É importante porque a pauta da Assembleia Geral é sobre a destituição da atual gestão do DCE ( Diretório Central dos Estudantes) e o motivo é muito simples, a atual gestão foi eleita com um córum de 15% que fora votado por assembleia a legitimidade pois antes o numero mínimo de estudantes para a votação legítima era de 30%, o que acontece então? O Centro Acadêmico da Computação decidiu entrar com um processo que anulação da atual gestão pois de acordo com eles essa redução de córum foi ilegal pois não estava presente no aparato judicial das eleições.
Mas porque queremos que se mantenha a atual gestão?
O motivo para que se mantenha foi exposto por muitos colegas cujos pontos de vista orbitam em torno das seguintes defesas:
" a tentativa de destituição do DCE não é apenas o problema de aparatos jurídicos, isso é manobra, nem porque o DCE está ruim, o motivo real é porque o DCE tem uma postura, por excelência, de esquerda" Marcão.
"Todos temos críticas ao DCE, entretanto, é melhor ter uma gestão que apoia o movimento estudantil" Isa.
"Estamos todos a favor do DCE, mesmo sendo contra sua política, afinal o DCE engessa o movimento estudantil" Magrão.
Dúvidas que frequentes:
O que é o DCE?
O DCE (Diretório Central dos Estudantes da Unicamp) é a entidade representativa de todos estudantes
Como funcionam as eleições?
A coordenação do DCE da Unicamp (e do conjunto dos Centros Acadêmicos que representa) é escolhida a cada ano por meio de eleições diretas entre todos os estudantes de graduação da UNICAMP.
Qual é a atual gestão, quando foi eleita e quem participa?
A atual gestão denomina-se Rompendo Amarras e é uma vertente do PSOL chamada Rosa do Povo, foi eleita em novembro de 2011 e fazem parte da comissão 47 delegados de quase todos os cursos da Universidade.
Bom galera, mais informações que vocês julgarem necessárias poderão ser esclarecidas amanhã com os veteranos e com que esteve na Assembleia de hoje, espero ter podido ajudar em alguma coisa e conto com a presença de todos vocês, afinal, você é um estudante e essa é uma questão que compete tanto a você quanto a mim.
NÃO ESQUEÇAM ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES AMANHÃ ÀS 9 HORAS NO PB. O IFCH ESTARÁ SEM AULAS AMANHÃ NA PARTE DA MANHÃ.
Ps: quem quiser, amanhã também ocorrerá um café da manhã (leve algo que quiser comer/beber) a partir das 7:30 no IFCH, logo após sairemos todos juntos rumo ao PB.
terça-feira, 13 de março de 2012
Mitos e verdades.
Por Marcela.
"Escolha um trabalho que você ame e você não precisará trabalhar um único dia em sua vida"
Confucius
Achei esse quadrinho viajando por entre blogs e pensei em escrever esse artigo.
É bem verdade que existem mitos sobre as profissões e seus futuro e eu na condição de uma ex-vestibulanda, pensava muito a respeito.
Portanto, resolvi compilar algumas coisas que eu pensava e que eu acabei percebendo na faculdade, mesmo que em pouco tempo, talvez daqui há quatro anos eu possa escrever melhor sobre o assunto.
MITOS e VERDADES
- Se você fizer algo que você gosta você não será pobre. Isso é um mito por algumas razões, existem profissões e profissões, a minha, por exemplo, não é necessariamente uma profissão que me fará milionária. Mas, o que de fato acontece é, se você fizer algo que realmente gosta, você será um ótimo profissional e por consequência o mercado oferecerá mais oportunidades a você. Além do fato de você ser muito mais feliz e realizado consigo mesmo.
- Todo médico é rico, todo humanóide é pobre. Não sejam escrotos, isso é puro senso comum. Eu conheço médicos medíocres e pobres e tive um professor de História que quando bem entendia ia viajar pro exterior e andava de ford fusion. Pensem fora da caixinha.
- Existem profissões que não servem pra nada. Desculpa, quem pensa assim é de extrema limitação porque convenhamos, se não servisse pra nada, não haveriam gastos com eles correto?
- Escolher a profissão pelo que gosta é furada, você vai ser pobre. Escolher a profissão pelo que gosta é essencial (vide quadrinho acima) e esse negócio de ser pobre, parafraseando Einstein, é relativo, talvez o meu pobre seja o seu rico e vice-versa. E um adendo: tem gente por aí que é profissional liberal e nem por isso é pobre.
- Você só está escolhendo esse curso porque é mais fácil de passar no vestibular. Não necessariamente, conheço pessoas que realmente fizeram isso, entretanto, conheci também outras que mudaram de curso porque viram que o curso previamente escolhido não era de sua aptidão, e além do mais (opinião pessoal da autora nesse momento) quem desiste de um curso porque é "muito difícil" não sabe o que é realmente sonhar com alguma coisa.
-Você tem certeza que é isso que você quer? Você vai fazer isso pro resto da sua vida. Meu amigo, quem tem certeza de alguma coisa na vida? Até porque muitas vezes somos forçados a escolher nossos "caminhos" aos dezessete anos, sinceramente, somos praticamente crianças ainda, e outra, quem disse que tem que ser pra sempre? Eu acredito no poder de mudança, se você não for feliz no curso que escolheu, muda, faça outra coisa, nada precisa ser eterno, sério.
- Cursinho é perda de tempo. Não sei se esse é mais opinião minha ou se realmente é consenso, mas pelo que eu conheci muitos partilham da mesma ideia. Cursinho é período de amadurecimento. Tanto quanto pessoal, como intelectual, serve pra você ter "mais" certeza do que quer, serve pra você entrar na Universidade mais maduro como pessoa, serve pra você aprender a estudar (ninguém estuda direito na escola porque o sistema não permite que assim o façamos), enfim, serve para um monte de coisas que vão além do vestibular.
É isso galera, beijos!
O valor das coisas.
Por Marcela
Quanto vale um bilhete desse?
Vale R$38,50?
Não, não vale.
O valor das coisas é aquilo que é atribuído de forma subjetiva a qual apenas aquele quem o atribui realmente sabe o quanto vale...
De forma menos lirica, as coisas têm o valor que queremos que elas tenham.
Nesse caso, esse bilhete vale um abraço, vale um beijo, vale um carinho, vale uma noite perto da pessoa que você mais ama, vale um olhar, vale um pacote de pastel, vale um pacote de "chickenito" rs, vale o mínimo que se possa pensar, afinal, quanto custa um olhar não é?
De toda forma, as coisas têm o valor que queremos que elas tenham.
Todas as coisas têm valor, e às vezes, as coisas de menor preço valem mais. Porque valer é ambuíguo e apenas isso.
O que vale pra mim, talvez não valha pra todos, mas esse bilhete vale mais que mil estrelas, vale mais que qualquer dinheiro no mundo pode comprar.
Porque ele vale encontrar mais uma vez o amor, a felicidade, a companhia, a amizade, a alegria. E nada, absolutamente nada disso, tem valor.
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